Não importa tanto se ganhámos ou perdemos, importa é a maneira como jogámos a partida. Para o cristão, os meios são tão importantes como os fins. E para Deus, será isso o que conta... o nosso fair play ao longo do jogo da vida. As regras do jogo são dez (10) que se resumem em duas: Amar a Deus sobre todas as coisas, e amar o próximo como a mim mesmo. Como vemos, estas regras são pro-activas, desafiam-nos a agir. Ficar parado não é solução, é preciso amar. A medida do amor é amar sem medida, como dizia Santo Agostinho. Ser cristão é imitar Cristo, e imitar Jesus é ter Deus do nosso lado. Apostamos tudo no amor, e então... sim, afinal ganhámos!
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
4 de Outubro
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terça-feira, 1 de junho de 2010
31 de Maio
Será que as obrigações são uma coisa chata?
Podem ser ou não. Geralmente são parte das consequências quando assumimos um compromisso, seja ele qual for.
Antigamente talvez se falasse mais em compromisso porque as coisas não eram descartáveis. Nem as pessoas. Nem os valores.
Hoje tudo é descartável: As coisas, as pessoas, os valores. Às vezes até a própria religião.
Assumir um compromisso pode ser difícil, mas desconfio que seja a única maneira de realmente nos movermos por alguma coisa. Sem isto, a nossa vontade fica igual a um tronco no mar, a ir com as correntes e os ventos de cá para lá.

Mais vale fazer desse tronco um barco em que se reme, umas vezes mais facilmente a favor da corrente, outras de modo mais cansativo e exigente a combater ventos, e se necessário, tempestades. No fim, valeu a pena, e as obrigações cumpridas não deixaram arrependimento: Tornaram real o compromisso.
Podem ser ou não. Geralmente são parte das consequências quando assumimos um compromisso, seja ele qual for.
Antigamente talvez se falasse mais em compromisso porque as coisas não eram descartáveis. Nem as pessoas. Nem os valores.
Hoje tudo é descartável: As coisas, as pessoas, os valores. Às vezes até a própria religião.
Assumir um compromisso pode ser difícil, mas desconfio que seja a única maneira de realmente nos movermos por alguma coisa. Sem isto, a nossa vontade fica igual a um tronco no mar, a ir com as correntes e os ventos de cá para lá.

Mais vale fazer desse tronco um barco em que se reme, umas vezes mais facilmente a favor da corrente, outras de modo mais cansativo e exigente a combater ventos, e se necessário, tempestades. No fim, valeu a pena, e as obrigações cumpridas não deixaram arrependimento: Tornaram real o compromisso.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
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