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terça-feira, 13 de julho de 2010

10 de Julho

A todos aqueles que acham que:
-A Igreja é contra o sexo;
-Os Papas são contra o sexo;
- A Igreja diz que o sexo só é tolerável para procriar;;

Sugiro que leiam as seguintes palavras (na minha opiniao, feministas, no sentido bom do termo) de João Paulo II:

"É necessário insistir que a relação sexual não deve servir apenas como meio de atingir o clímax [do homem]... O homem deve ter em conta a diferença entre as reacções masculinas e femininas... de tal modo que o clímax possa ser atingido por ambos... e, na medida do possível, ocorrer em ambos ao mesmo tempo". O marido deve fazê-lo "não por razões hedonistas, mas altruístas". Neste caso, "se tivermos em conta que a curva de excitação do homem é mais curta e sobe bruscamente, é-se levado a afirmar que um acto de ternurada sua parte, nas relações conjugais, adquire a importância de um acto de virtude"

in Amor e Responsabilidade, de Karol Wojtyla,
citado em Teologia do Corpo para principiantes, de Christopher West

quarta-feira, 23 de junho de 2010

22 de Junho

Que pode ter o Papa João Paulo II a ver com Hugh Hefner (fundador da Playboy)?
Vejam neste video, vê se bem e é muito interessante:)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

6 de Maio

Há quem diga que os preservativos são a solução para um problema de saúde pública. Não discutindo agora se o são ou não, a frase faz-me parar para pensar numa outra coisa: Se os preservativos estão relacionados com um problema de saúde pública, então a sexualidade tornou-se pública, os nossos corpos tornaram-se públicos. E algo público é algo que perdeu a intimidade, deixou de ser exclusivo. Para quê tornar público o que de mais pessoal se tem?
Há um anúncio da sumol do qual discordo completamente mas que reflecte muito bem este espírito de impessoalidade corporal: "Um dia vais achar que a tua intimidade não é para todos. Quando esse dia chegar, não lhe fales".

Para quê?

segunda-feira, 22 de março de 2010

22 de Março

Tudo o que é espiritual é abstracto e distante, tudo muito bonito e profundo mas dá um sono imenso. De um lado completamente oposto, está tudo o que é físico/corporal. Duas coisas diametralmente opostas.

Será? Não me parece nada.

A dimensão corporal do ser humano entrou pela porta principal no caminho para conhecer Deus, a partir do momento que Ele próprio encarnou. Disse-nos também, "este é o Meu Corpo, tomai e comei". Assim, recebemo-lO também no nosso corpo, quando comungamos.

Como expressamos por exemplo, o nosso amor pela nossa mãe? De uma maneira abstracta e distante? Como é que ela pode saber que o nosso espírito está ali à frente dela? Porque vê o nosso corpo. Este tem uma propriedade curiosa: torna visível o invisível.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010