
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
3 de Outubro

quinta-feira, 2 de setembro de 2010
2 de Setembro
Antoine Saint-Exupéry
Esta é uma das frases escritas nas paredes do Centro Académico Edith Stein, no 6º andar da Paróquia de Arroios, onde costumo estudar.
Que neste novo ano académico que agora vai começar, ou para aqueles que regressam ao trabalho, saibamos ter Deus Nosso Senhor presente na nossa vida, incluindo no trabalho.
"Podemos e devemos oferecer o nosso trabalho a Deus." São JoseMaria Escrivá
sexta-feira, 25 de junho de 2010
25 de Junho
sábado, 12 de junho de 2010
12 de Junho
terça-feira, 1 de junho de 2010
31 de Maio
Podem ser ou não. Geralmente são parte das consequências quando assumimos um compromisso, seja ele qual for.
Antigamente talvez se falasse mais em compromisso porque as coisas não eram descartáveis. Nem as pessoas. Nem os valores.
Hoje tudo é descartável: As coisas, as pessoas, os valores. Às vezes até a própria religião.
Assumir um compromisso pode ser difícil, mas desconfio que seja a única maneira de realmente nos movermos por alguma coisa. Sem isto, a nossa vontade fica igual a um tronco no mar, a ir com as correntes e os ventos de cá para lá.

Mais vale fazer desse tronco um barco em que se reme, umas vezes mais facilmente a favor da corrente, outras de modo mais cansativo e exigente a combater ventos, e se necessário, tempestades. No fim, valeu a pena, e as obrigações cumpridas não deixaram arrependimento: Tornaram real o compromisso.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
24 de Maio
O PPP feito outra vez pelos seus leitores!:
Parábola dos talentos (Lc 19,12-27) - 14«Será também como um homem que, ao partir para fora, chamou os servos e confiou-lhes os seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada qual conforme a sua capacidade; e depois partiu.
16Aquele que recebeu cinco talentos negociou com eles e ganhou outros cinco. 17Da mesma forma, aquele que recebeu dois ganhou outros dois. 18Mas aquele que apenas recebeu um foi fazer um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19Passado muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e pediu-lhes contas. 20Aquele que tinha recebido cinco talentos aproximou-se e entregou-lhe outros cinco, dizendo: 'Senhor, confiaste-me cinco talentos; aqui estão outros cinco que eu ganhei.' 21O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.'
22Veio, em seguida, o que tinha recebido dois talentos: 'Senhor, disse ele, confiaste-me dois talentos; aqui estão outros dois que eu ganhei.' 23O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.'
24Veio, finalmente, o que tinha recebido um só talento: 'Senhor, disse ele, sempre te conheci como homem duro, que ceifas onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. 25Por isso, com medo, fui esconder o teu talento na terra. Aqui está o que te pertence.' 26O senhor respondeu-lhe: 'Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu ceifo onde não semeei e recolho onde não espalhei. 27Pois bem, devias ter levado o meu dinheiro aos banqueiros e, no meu regresso, teria levantado o meu dinheiro com juros.' 28'Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. 29*Porque ao que tem será dado e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30*A esse servo inútil, lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.'»
Nesta passagem do Evangelho de São Lucas, tomamos em atenção uma Parábola de Jesus Cristo, em que, nos é relatada a forma como um Senhor distribui, parte da, riqueza que dispõe para os seus servos, confiando-lhes para que façam a melhor gestão da mesma.
De que maneira pode o leitor interpretar esta passagem de forma a iluminar a sua vida?
Diz-nos o Catecismo da Igreja Católica: (...) “cada homem é constituído "herdeiro", recebe "talentos" que enriquecem sua identidade e com os quais deve produzir frutos”
Ou seja, cada um recebe “talentos”. Mas quais?
Não são só as riquezas monetárias (embora também essas sejam importantes no que respeita a caridade) mas também a educação, a família, os amigos e tudo o resto.
Nesta altura tão importante, para a maioria dos leitores (que acredito que seja estudante) é importante reflectir sobre esta passagem e perceber que tudo o que aprendemos na escola, na universidade, ou mesmo no trabalho, são também “talentos” que têm que ser postos a render ao serviço dos demais.
E tu? Como pões a render os teus.
P.S. Gostaria de agradecer à Rosário ter-me pedido o texto, gostei da experiência, cumprimentos a ela e aos demais bloggers.
P.S 2. Vimos há umas horas o exemplo de como não se põem os talentos a render, se tivessem sido postos correctamente, Portugal não teria empatado com Cabo Verde :)
Manel