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quarta-feira, 28 de julho de 2010

26 de Julho

"Não sabéis que sois templos do Espírito Santo?"
S.Paulo

segunda-feira, 28 de junho de 2010

27 de Junho

Faço o bem porque amo a Deus, e evito o mal porque O temo. O "temor de Deus", que tantas vezes aparece nos dois testamentos da Bíblia, não é contrário ao amor, antes o complementa. O amor é aquilo que temos de mais forte, mas não deixa de ser frágil, porque somos humanos e não perfeitos. Só o amor de Deus por nós é perfeito e completo. Nós "apenas" O tentamos amar o melhor que sabemos, e nunca o conseguimos de uma forma perfeita, pelo menos enquanto estamos aqui na Terra. Para amá-Lo melhor, precisamos de confiar e sermos fiéis tanto quanto conseguimos. O "temor a Deus" mantém-nos alerta e conscientes, mantém-nos firmes na rocha dura, forma-nos na fidelidade e na confiança. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas, e cada vez mais... mas devemos também "temer a Deus" e ter a humildade de reconhecer que não O conhecemos completamente, e de confiar n'Ele sempre que nos surpreende - tantas são as vezes que Ele nos troca as voltas...! Temos de ser conscientes que o "temor de Deus" não é aquele medo que nos prende os movimentos, antes pelo contrário, é a capacidade de nos surpreendermos e espantarmos com as dimensões de Deus que não conhecemos e, logo a seguir, animados pela confiança que temos em Deus, metermos as mãos à obra para O servirmos e amarmos com toda a fidelidade.
Como dizia São Paulo: «Trabalhai com temor e tremor pela vossa salvação. Pois é Deus quem, segundo o seu desígnio, opera em vós o querer e o agir» (Filipenses 2,12-13).

sábado, 27 de março de 2010

27 de Março

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor."

in "I Coríntios", Capt.13
S. Paulo